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SEPULTURA - Dante XXI

Este é o quarto disco de inéditas da banda com Derrick Green nos vocais.
É dificil falar de Sepultura sem falar de Max Cavaleira mas, depois de sua saída, a cada lançamento as expectativas são sempre preocupante e muitas vezes negativas já que muitos não acreditam mais que a banda possa desenvolver um trabalho na mesma qualidade de seus antigos álbuns da "Era Max", a não ser com uma possível volta do mesmo.

Deixando o bla bla blá de lado, vamos ao que realmente interessa.
Escutando pela segunda vez este novo álbum digo que se não for o melhor é um dos melhores trabalhos que a banda desenvolveu nesta nova fase. Com relação ao seu último lançamento ("Roorback" de 2003), "Dante XXI", que foi baseado na obra "Divina Comédia" de Dante Alighieri, trás um trabalho muito mais coeso e criativo.

A produção está muito boa. A guitarra de Andreas Kisser está com um destaque legal e os arranjos e timbre de baixo de Paulo Jr estão muito bons. O Play trás bons momentos Thrash Metal em "Dark Wood of Error" e "Convicted in Life" e um sangue mais Hardcore em "Crown and Miter".

Para dar um toque especial no álbum a banda implantou elementos novos como metais e violinos dando um ar realmente interessante e diferente à "Dante XXI". Como foi dito pelo banda, o disco tem um clima de trilha sonora, você ouve uma sequência, uma história, já que ele é dividido em três partes; Inferno, Purgatório e o Paraíso. Só escutando para entender!

Vale lembrar que a banda ainda providenciou dois covers que serão lançados em b-sides. Uma é "Screaming For Vengeance" do Judas Priest e a outra é "Scratch The Surface" do Sick Of It All.
Aos fãs que continuam apoiando a banda com Derrick nos vocais com certeza ficarão satisfeitos com o resultado e os apoiarão mais ainda. Destaque para as faixas "Convicted in Life", "Ostia", "False", "Burried Words" e "Crown and Miter".

Agora vamos deixar de lado a boa produção e a técnica dos músicos e falar um pouco da sonoridade da banda neste álbum. Se você pretende conprar esse disco esperando ouvir o Sepultura tocando o bom e velho thrash pode esquecer, pois ele somente aparece am alguns raros momentos, pois no mais, é puro new metal mesmo, se você gosta do som de bandas como Slipknot ou Korn, pode comprar pois ele vai ser muito bem vindo, mas se você gosta do bom e velho Sepultura, fique longe desde álbum ou vai sofrer com a noticia de que agora, infelizmente, o Sepultura se tornou de vez uma banda de new metal.

 

SEPULTURA – Roorback

Eles estão de volta, a banda brasileira mais bem sucedida no exterior, o maior expoente do underground nacional, depois de uma longa espera, finalmente foi lançado no Brasil no ultimo dia 30 de setembro, o álbum Roorback, nesse, a banda se mostra ainda mais disposta a mostrar toda sua agressividade e técnica, um álbum que nos faz lembrar de cara o grande “Roots, Blood Roots”, lançado ainda nos bons tempos de Max Cavaleira.

Vele a pena resaltar que vocalista Derek Green, está finalmente nos seus melhores dias com a banda, coisa que ainda não havia mostrado no trabalho anterior, “Nation” e muito menos em “Against”, finalmente pode se chamar o Sepultura de maior banda do Brasil.

O álbum traz 12 faixas do melhor do Thrash Metal com passagens digitalizadas e influências de ritmos brasileiros.

Não há muito que falar sobre o Sepultura sem ser repetitivo, compre o álbum, ouça, e tire suas próprias conclusões.

Destaque para as faixas “Godless” e “Mindwar”.

 

SEPULTURA - Nation

Eis que a nação se ergue para novamente trilhar mundo afora com suas canções de ordem e união.

Essa nação se chama sepultura, que comclama a todos nesse álbum de 20 faixas (Sendo que 5 são bonus para o Brasil) que conta com as participações de Jello Biafra (Dead Kenedys/Politricks), A banda Apocalyptica, Marinho e fernandão do Pavilhão 9 e outros.

Destacar alguma faixa seria algo injusto, mas Supulnation se torna um hino a ser proclamado nos quatro cantos do mundo, que certamante é pequeno para essa nação.

 

SEPULTURA - Chaos A.D

Já perdi a conta de quantas pessoas já chegaram pra mim e disseram que o Sepultura acabou no Arise, principalmente quando eu perguntava a elas o que achavam do álbum Chaos A.D. Na minha opinião, são daqueles metaleiros e fãs do tipo radical, que não aceitam mudanças sonoras nas bandas que eles mais gostam. Será que esses caras nunca repararam que a sonoridade da banda mudou muito entre os álbuns Bestial Devastation e Arise? Bestial foi o primeiro álbum, que considero mais como um EP, levando-se em conta que o segundo lado do disco (na época do bolachão) é exclusivamente da banda Overdose, também de BH. Este EP junto com o álbum Morbid Visions (no caso o segundo, mas dessa vez totalmente do Sepultura) formam uma fase meio Death/Black Metal, puxando para o lado mais satânico que já tiveram em toda a sua carreira. Depois disso vem a trinca mais Thrash Metal da história da banda, composta pelos álbuns Schizophrenia, Beneath The Remains e o já citado Arise. Após todos esses álbuns magníficos o Sepultura optou por modificar seu Thrash Metal adicionando novos ritmos. Sim, o álbum Chaos A.D. deu início à saga tribal do Sepultura, algo inovador para a banda e que durou até os dias de Nation. Há quem diga que o Chaos é menos pesado que os outros, mas isso não é verdade. O peso continua “pesado”, o que mudou (tirando a entrada dos ritmos tribais) foi apenas a velocidade de execução das músicas. Sim, elas ficaram mais lentas, mas isso acabou diferenciando-as mais umas das outras, fazendo de Chaos A.D. um álbum inovador na carreira do Sepultura e, na minha opinião, o melhor da banda.

Na época do lançamento de Chaos A.D., o próprio Max Cavalera disse em uma entrevista à MTV que esse álbum era tudo o que o Sepultura estava com vontade de fazer e que era também um tiro no escuro, pois não sabiam se os fãs iriam gostar ou não. Como não era pra menos, o disco foi aclamado mundialmente e seu lançamento ocorreu em um castelo. Você que é fã radical da banda, pare e faça a seguinte pergunta a si mesmo: “Como é que eu pude dizer que o Sepultura acabou no Arise sendo que no álbum seguinte existem músicas como Territory, Refuse/Resist, Slave New World, Polícia, Biotech Is Godzilla, Propaganda, etc.?” É isso aí. Isso é Chaos A.D., um álbum totalmente feito de músicas muito boas e que qualquer fã da banda que se preze no mínimo gosta. As duas primeiras músicas do álbum, justamente Refuse/Resist e Territory, estão entre os maiores clássicos. Apesar de muitos não gostarem, acho Kaiowas uma música instrumental bastante competente, que tem como tema a tribo do mesmo nome da música que cometeu suicídio coletivo em protesto ao governo. Há alguns covers no disco, como Polícia, dos Titãs; The Hunt, do New Model Army; e Biotech Is Godzilla, apesar de não ser exatamente um cover, é uma parceria do Sepultura com Jello Biafra. A versão remasterizada do CD possui quatro faixas-bônus: uma versão remixada e com um pouco de samba (samba?!) de Refuse/Resist, sendo renomeada Chaos B.C., uma versão de Kaiowas em Tribal Jam gravada na Aldeia Pimentel Barbosa – lar dos Índios Xavantes, onde o Sepultura foi visitar para gravar com eles a música Itsári para ser lançada no Roots –, e duas faixas ao vivo, respectivamente Territory e uma dobradinha entre Amen e Inner Self (essa última do grandioso álbum Beneath The Remains).

Chaos A.D. é um álbum de grande importância na discografia do Sepultura e um clássico do Metal brasileiro. Foi o primeiro álbum da banda a possuir ritmos tribais e falar sobre a violência e a globalização do mundo. Este pra mim é o último álbum do Sepultura que realmente é muito bom. Depois disso a banda caiu na desgraça de entrar no estilo meio New Metal demais e de abusar (e muito) dos ritmos tribais. Basta verificar no Roots o quanto o vocal de Max está tão rasgado que acaba parecendo um vocalista do “Metal Moderno” e o quanto a banda usa e abusa do tribal, principalmente em músicas como Ratamahatta (apesar de que eu gosto dela). Fala sério, o vocalista do Korn fez a música Lookaway pra eles! Dos álbuns com Derrick Green apenas Against é razoável, sendo na medida certa, enquanto Nation e Roorback são o cúmulo do New Metal e até mesmo do Hardcore. O Sepultura acabou mesmo antes de Max sair da banda. É estranho como uma banda consegue lançar um álbum tão excelente (Chaos A.D.) pra logo em seguida lançar um tão ruim (Roots) e acabar perdendo seu líder e vocalista original.

 

SEPULTURA - Arise
Por
: Marcos Vascão

Esse álbum do Sepultura com certeza é um grande clássico que merece toda a atenção e uma resenha muito bem feita... Mas porque eu escolhi este álbum do sepultura? Porque é o mais famoso dos melhores álbum? Porque é classico?

Não, eu escolhi pelo simples motivo...Esse é o ultimo álbum que vemos thrash de verdade...no chaos a.d. veriamos algo parecido com thrash mas ...com um q de modernidade...Pra min esse é o trabalho mais maduro do sepultura...dentro de sua proposta inicial...Vejamos aqui...

Eu poderia falar de faixa por faixa...mas não farei isso. A começar o álbum abre com uma "porrada na orelha", a fantástica arise destrói todos aqueles que dizem que o sepultura é uma banda da mídia...que só usa vocais guturais pra parecerem maus...Engana-se e digo mais... Esse povo nunca ouviu arise...Tem que ouvir... As minhas duas músicas favoritas do sepultura se encontram nesse álbum e por coincidência são "Dead Embryonic Cells" e " Desperate cry" respectivamente a faixa 2 e 3... Perfeitas... Dead...EH uma pancadaria que só ouvindo...e Desperate cry varia momentos extremos e melodiosos....Com ctz as melhores mscas do sepultura!
Murder é mais uma música rápida e direta...Pra quem quer thrash estilo slayer... Essa é a pedida!
Existem músicas como substraction e Under siege (regnum irae) que são mais "experimentais", quando eu digo isso não digo que são loucas...Você não vai ouvir nenhum cachorro latindo ou nenhum berimbau... Você vai ouvir um thrash rápido porem diferente do habitual do sepultura.
Altered State,Meaningless Movements e Infected voice são outros petardos que fazem o ouvinte querer ir comprar um remedio pra dor de ouvido... Pesadissimo como nunca se viu... Esse álbum fez história...Provavelmente nunca mais veremos um sepultura como esse (em estúdio...pq ao vivo ainda são muito bons!)

 

 

 
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