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RHEVAN
- Drunk With The Blood of Saints
Por Cássio Pagliarini
Altamente
recomendável para os fãs
do gothic metal, a banda Rhevan, de Campo
Grande – MS, apresenta seu mais
novo trabalho, o EP “Drunk With
The Blood of Saints”.
Lançado
para divulgar a nova canção,
no caso a faixa título, o EP apresenta
uma ótima performance da banda
formada por Dani Navarro (V), Thiago Azevedo
(G), Gleydson Keyler (G), Aldo Carmine
(B) e Matheus Mattos (D).
O
EP traz duas versões da faixa em
questão, a versão de estúdio
e uma outra versão orquestrada,
e a canção, diga-se de passagem,
é ótima, visitando ainda
as principais influencias da banda, Tristania
e Nightwish.
Além
da canção a ser aqui apresentada,
temos ainda uma versão acústica
da excelente “Bravery Homour And
Glory" e uma versão ao vivo
de “Thompson’s Lullaby",
ambas gravadas no álbum anterior,
"Perpetually". Além disso,
o trabalho ainda traz um cover inusitado
de “Desert Plains”, do Judas
Priest, cantado pela primeira vez por
uma banda gótica.
Em
suma, mas um ótimo trabalho desta
banda que consegue se destacar dentre
tantas outras que apenas apresentam um
“mais do mesmo” dentro da
cena gothic metal.
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RHEVAN
- Perpetually
Por Cássio Pagliarini
O
Brasil é realmente um celeiro de
boas bandas, em todos os cantos do país
é possível encontrar gente
fazendo um som de qualidade, e cada vez
mais, podemos perceber a ascensão
de grandes nomes do heavy metal nacional
fora do eixo Rio - São Paulo.
Oriundos
do Mato Grosso do Sul, a banda Rhevan,
formada por Dani Navarro (V), Thiago Azevedo
(G/V), Gleydson Keyler (G), Luk Waltrick
(K) e Aldo Carmine (B) apresentam em seu
primeiro full-lenght um som calcado nas
melhores escolas do gothic metal, e aparentemente
as influencias mais claras nos remetem
a bandas como Tristania e Nightwish (do
inicio da carreira).
A
vocalista Dani Navarro tem um timbre de
voz muito parecido com o de Vibeke Stene,
ex-vocalista da banda norueguesa, mas
no que diz respeito a sonoridade da banda
podemos perceber muitas influencias de
heavy metal tradicional, especialmente
nas linhas de guitarra.
Apesar
de toda a qualidade dos vocais femininos
e masculinos e o excelente trabalho de
guitarra, especialmente nas bases, o principal
destaque nas onze faixas constantes neste
trabalho não é individual,
mas sim o conjunto como um todo. A produção
de “Perpetually” é
muito boa e chega inclusive a surpreender
quem acha que as produções
gringas ainda são superiores às
nossas.
Em
suma, Rhevan é uma ótima
surpresa para os fãs do estilo
e certamente entraram na cena heavy metal
com excelente trabalho de estréia,
agora só resta trabalhar duro e
aguardar pelo reconhecimento que certamente
virá, pois esta banda merece. Destaque
máximo para a faixa “Castle
of Glass”, disparada a melhor do
álbum. |