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KIKO
LOUREIRO - Fullblast
A
matéria abaixo foi publicada no
blog oficial do músico:
Kiko
Loureiro, guitarrista e compositor da
banda Angra novamente dá as caras
em seu mais novo disco solo, "Fullblast:
The Road of Excess Leads To The Palace
of Wisdom", 3º trabalho solo
do guitarrista que leva seu nome, acompanhado
de Felipe Andreoli (Baixo) e Mike Terrana
(Bateria), Kiko Loureiro mostra e deixa
bem claro para os ouvintes deste cd toda
a sua evolução musical ao
longo dos anos.
“Fullblast”
possui toda a energia do rock-heavy, um
disco bastante expressivo, com ritmos
e linguagens brasileiras, características
estas que sempre foram adotadas por Kiko
Loureiro, para muitos este disco pode
ser um pouco da junção de
seu primeiro album, o "No Gravity"
de 2004, juntamente com o seu segundo
album "Universo Inverso" de
2006, mas o que importa e fica claro neste
cd é toda a paixão e orgulho
que o guitarrista encontra na música
instrumental.
Para
maiores detalhes sobre o processo de composição,
descrições de faixa a faixa
do CD, só acessar os links abaixo:
http://kikoloureiro.guitarplayer.com.br
http://www.kikoloureiro.com.br
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KIKO
LOUREIRO - No Gravity
Sinceramente,
fiquei muito com o pé atrás
para fazer a resenha do primeiro CD solo
do Guitar-hero brasileiro, Kiko Loureiro.
Por quê? Pois raramente gosto de
álbuns de guitarristas. Na grande
maioria das vezes acho extremamente enjoativo
e chato de se ouvir. Mas para a felicidade
desse que vos escreve, “No Gravity”
é bem acima da média, tendo
como carro-chefe as variações
musicais – Kiko não se limitou
à masturbação musical,
mas buscou demonstrar, através
das treze faixas que compõem este
trabalho, toda a sua musicalidade.
Claro
que a base de quase todas as músicas
é o bom e velho heavy metal, mas
há interessantíssimas passagens
por MPB, Jazz, música latina, etc,
o que só exalta o quão versátil
é o guitarrista do Angra, pois
consegue se imergir nessas influências
sem soar forçado e/ou maçante.
A utilização dos estilos
acima citados é de uma sutileza
impar, já que não é
fácil fazer um álbum soar
tão coeso mesmo com a sinergia
de tantas vertentes musicais.
Vale
lembrar que Kiko tocou todos os instrumentos,
à exceção da bateria,
que ficou a cargo do mestre Mike Terrana
(Yngwie Malmsteen, Rage, Axel Rudi Pell).
Já a produção ficou
a cargo de Dennis Ward (o mesmo que produziu
os últimos trabalhos do Angra.)
Aqui cabe uma ressalva: Assim como no
Angra, “No Gravity” tem aquele
mesmo timbre de bateria chocho, o que
é uma pena, pois ter Terrana nas
baquetas é uma oportunidade rara.
Todas
as músicas do álbum são
de um nível elevado, mas vale destacar
algumas: a faixa-título é
disparada a melhor, bem cadenciada e de
melodia com muito feeling; “Pau-de-arara”,
com seu estilo meio “Hunters and
Prey” e; “Dilemma”,
onde Kiko realmente demonstra toda sua
técnica e virtuosismo. Enfim, o
álbum sob análise é
um prato cheio para amantes da boa música
e que buscam ouvir temas variados e repletos
de diversos estilos, que fizeram de Kiko
Loureiro um dos músicos mais respeitados
do Brasil. |