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BLOODY
- Slow Death
Na
ativa há três anos, a banda
Bloody, de Hortolândia, estado de
São Paulo, teve uma ascensão
muito rápida, o primeiro CD demo,
“Eat your Brain” , foi sucesso
imediato, e agora, com o primeiro CD,
“Slow Death”, estão
prontos para ganhar de vez o Brasil.
A
banda formada por Paulo Tuckumantel (vocal),
Fábio Bloody (guitarra), André
Tabaja (baixo) e Luis Coser (bateria),
executa um trash metal nos moldes clássicos
lembrando grandes bandas dos anos oitenta
como Metallica, Slayer, Sepultura, entre
outras. Até mesmo o modo de gravação
escolhido pela banda nos remete a esse
tempo, pois o álbum foi totalmente
gravado em sistema analógico e
o resultado você pode conferir nesse
que sem duvidas é um dos melhores
lançamentos do ano.
O
disco nos traz nove faixas repletas de
riffs pesados e os vocais agressivos onde
é praticamente impossível
destacar apenas uma ou outra, mas vale
a pena destacar as participações
de peso, uma delas, o alemão Frank
Gosdzik, (ex-Kreator e Sodom) que atualmente
está morando no Brasil e tocando
com o Mystic, a outra participação
é a do próprio produtor
banda banda, Ciero, que é guitarrista
do Broken Heads.
"Slow
Death" é um álbum indispensável
para qualquer fã do estilo, ouça
ou morra!
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BLOODY
- Eat Your Brain
De
Hortolândia-SP, a banda Bloody,
que se formou em 2002, executa um Thrash
Metal de muita pegada, com fortíssimas
influências de Metallica (antigo)
e Sepultura, onde cada nota tocada nos
remete aos gloriosos anos 80 - época
em que o Thrash tinha uma ascenção
vertiginosa.
A
line-up é o seguinte: André
no baixo, Cláudio na bateria, Paulo
nos vocais e Fábio nas guitarras,
sendo que todos os músicos se destacam,
onde o entrosamente é a palavra
que melhor resume todas as canções.
Todavia, as linhas de guitarra criadas
por Fábio se destacam, principalmente
na faixa "D.I.P. - Die in Peace"
- o começo desta música
é perfeito.
"Real
Vision" é de longe a melhor
deste CD-demo, pois tem tudo que uma música
precisa para ser sucesso: pegada, coesão
e, acima de tudo, é perfeita para
ser tocada ao vivo. Mais uma vez a guitarra
é um show à parte! A faixa-título
também é pancada do começo
ao fim, o que deixa a audição
bem interessante, pois instiga a curiosidade
de qualquer um para saber o que estes
ótimos músicos vão
fazer. E isso só prova que dá
para fazer sons mais extremos e ser criatico
ao mesmo tempo.
Em
tempos de recessão criativa no
Thrash Metal, onde até as bandas
precursoras rumam por caminhos tortuosos
e antagônicos ao que se propuseram
a fazer no começo de carreira,
Blody é uma excelente pedida. Vale
a pena conferir o som destes caras, pois
tem identidade e criativadade com mola
propulsora para a composição
de suas músicas. |