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Pink Floyd processa gravadora por venda de música on-line.
Banda questiona pagamentos de royalties e forma de trabalho da EMI.
Catálogo do grupo britânico só vendeu menos que o dos Beatles.

A banda britânica Pink Floyd entrou nesta terça-feira (9) com um processo na Justiça contra a gravadora EMI para discutir os pagamentos de royalties e a maneira como a música é vendida na era digital.

A banda, que fechou contrato com a EMI há mais de 40 anos e cujo catálogo só foi superado em vendas pelo catálogo dos Beatles, contesta os cálculos de seus royalties on-line e o marketing de sua música, informou a agência Press Association.

O Pink Floyd, cujos álbuns incluem clássicos como “The Dark Side of the Moon” e “The Wall”, também contesta o direito da EMI de “decompor” seus álbuns e vender faixas individuais on-line.

Robert Howe, o advogado do Pink Floyd, disse à Alta Corte de Londres que uma cláusula contratual “proíbe expressamente” tal “decomposição”, ou seja, a venda de faixas em qualquer configuração senão a original, quer seja em formato físico ou digital.

Ele disse que a posição da EMI é que a proibição “se aplica apenas ao produto físico e não ao produto on-line”.

Mas, argumentou o advogado, “isso não faz sentido comercial” e é contraditório pelas condições previstas no acordo com a EMI.

 

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