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Murray é acusado em morte de Michael Jackson.
O site de celebridades TMZ divulgou o documento da acusação. Veja abaixo:
Médico particular Murray havia sido contratado por Michael Jackson para cuidar de sua saúde durante os preparativos da turnê This Is It, que marcaria a despedida do astro dos palcos e tinha início marcado para julho, dias após a morte do cantor. Segundo documentos policiais divulgados pela imprensa na época das investigações, Murray disse aos detetives que tratou o astro de insônia por cerca de seis semanas antes de sua morte. Ele estava dando a Jackson 50 miligramas de propofol todas as noites por meio intravenoso. Murray disse aos investigadores que temia que Jackson se tornasse viciado e teria começado a tentar afastar o astro das drogas. Ele então diminuiu a dosagem para 25 miligramas e passou a misturar propofol com outras duas substâncias sedativas, lorazepam e midazolam. Em 23 de junho, dois dias antes da morte do cantor, ele deu a Michael essas duas substâncias, sem o propofol.
Sem dormir Murray assegurou que Michael Jackson tinha pedido reiteradamente que fosse aplicado esse anestésico. O artista então dormiu e o médico saiu para fazer algumas ligações telefônicas, segundo contou à polícia. Ao voltar ao quarto, o cantor não respirava e Murray, então, começou a praticar a reanimação cardiopulmonar até a chegada do serviço de emergência. Michael foi levado ao hospital da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde foi dado como morto por volta das 14h (locais) do dia 25 de junho.
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