Elegemos
os 30 melhores guitarristas
do Brasil.
A
lista está em ordem alfabética,
não achamos justo que tantos estilos
e talentos diferentes fossem listados de forma
competitiva, por isto, apenas citamos os nomes
dos "guitar heroes" brasileiros e
falamos um pouco sobre cada um deles. Veja na
lista abaixo quem são as ferras.
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Andre
Christovam
André
Christovam é considerado um dos
pais do Blues no cenário muscial
brasileiro, além de ser considerado
um dos melhores guitarristas do país.
Nascido em São Paulo, André
estudou música no renomado Guitar
Institute of Los Angeles (GIT) nos anos
80, tornando-se o primeiro brasileiro
a formar-se nesta escola.
Ao
retornar ao Brasil, em meados dos anos
80, André trabalhou com os mais
importantes artistas brasileiros e internacionais
em passagem pelo Brasil, participando
de bandas como Golpe de Estado, Kid Vinil,
Heróis do Brasil, Rita Lee e Roberto
de Carvalho, Raul Seixas e Marcelo Nova.
No final dos anos 80, André decide
gravar seu primeiro trabalho solo com
o álbum "Mandiga", em
1989, um álbum marcante a discografia
do blues nacional, principalmente pelo
ineditismo de trazer um disco de blues
com todas as músicas em português.
Na
década de 90, o guitarrista participou
da turnê "Taj Mahal's and Sugar
Blue's", nos Estados Unidos e gravou
um CD em Chicago "The 2120 Sessions"
com o vocalista "Big Voice"
Odom e membros da banda de Junior Well
Atualmente,
André conta com cinco álbuns
de sua autoria sendo que seu último
trabalho, "Banzo", foi gravado
pelo selo Eldorado |
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Andre
Zaza Hernandes
André
Hernandes nasceu em São Paulo,
no dia 18 de novembro de 1970. O contato
e o interesse pela música vieram
cedo. Sua infância foi marcada pelas
rodas de samba e choro organizadas por
seu avô, seu pai e seus tios; entre
seus passatempos preferidos estava assistir
aos ensaios da Orquestra Azul, banda de
seus primos mais velhos que tocava clássicos
da Mahavishny Orchestra. Aos 9 anos, gastava
toda a sua mesada comprando discos dos
Beatles. Foi nessa época que veio
o interesse em aprender a tocar um instrumento.
Ganhou seu primeiro violão, presente
de seu pai escolhido com a ajudo do seu
tio Nardo (renomado violonista de sete
cordas). Vieram as primeiras aulas de
violão com uma professora do bairro.
Mas
foi aos 11 anos, assistindo ao último
bloco do Som Pop (programa de vídeo
clip da época) quando viu um
especial do Van Halen ao vivo (Turnê
Fair Warning) que decidiu tocar guitarra.
Passou a ouvir bandas de rock pesado,
deixando um pouco de lado o violão
choro/samba herdado de seus tios e avô.
Então aos 13 anos, após
ter trabalhado um ano em uma farmácia
fazendo entrega de remédios, conseguiu
juntar dinheiro para comprar sua primeira
guitarra: uma Giannini SG, um amplificador
Giannini Bag (“baguinho”)
e um pedal de distorção
sem marca! Nesta mesma época começou
a ter aulas de guitarra passando por vários
professores, até que um amigo indicou
o professor Michel Perie que foi quem
o ensinou os conceitos de harmonia, improvisação
e técnica de forma didática
e organizada. Já levava a sério
os estudos de guitarra, passando várias
horas por dia estudando e tentando tocar
Van Halen e Randy Rhoads.
Com
15 anos, depois de ouvir o disco Rising
Force (primeiro álbum de Yngwie
Malmstteen), decidiu entrar numa disciplina
de tocar de oito a nove horas por dia
porque queria tocar como Malmstteen. Nessa
rotina de estudos surge o inWteresse por
música instrumental e nos anos
seguintes passa a pesquisar este estilo
musical, conhecendo nomes como: Joe Satriani,
Steve Vai, Steve Morse, Vinnie Moore,
Greg Howe, Jeff Beck, etc... Aos 17 anos,
num show do Trielo (trio de guitarras
com play-back), André viu pela
primeira vez o guitarrista Mozart Mello
tocar. Na mesma hora quis ter aulas com
ele... Aí começou uma “pequena
batalha” pra conseguir uma vaga
com o mestre, já que sua lista
de espera era muito longa. Foi a vários
shows, ligava toda semana atrás
de uma vaga...
Até
que um dia Mozart disse que iria ministrar
um curso de harmonia no Conservatório
Souza Lima. O curso foi tão puxado
que começou com doze alunos e terminou
com apenas dois. Então Mozart decidiu
abrir vagas para que esses dois alunos
que conseguiram terminar o curso continuassem
tendo aulas com ele. Foi assim que André
conseguiu sua vaga com o mestre e ficou
tendo aulas por cinco anos. Mozart o incentivou
a se aprofundar em outros estilos como
jazz, blues, fusion e mpb. Gêneros
que, junto ao rock, o ajudaram a formar
sua identidade musical. Nessa mesma época
André começa a tocar profissionalmente
passando por bandas de cover como Billy
Idol, Guns’n’cover, U2 e até
um Dave Lee Roth cover!... Sua trajetória
como professor se iniciou também
aos 17 anos quando começou a dar
aulas para alguns amigos e logo já
estava dando aulas em escolas de música,
tornando-se um professor conceituado com
vasto material didático. Atividade
que exerce há 18 anos, sem deixar
de lado os estudos e constantes pesquisas.
A fim de sempre aperfeiçoar sua
didática e sua identidade musical
que consiste em misturar estilos e ritmos
de forma coesa, buscando uma personalidade
em sua linguagem.
Atualmente
dedica-se ao ensino de guitarra, dando
aulas a vários guitarristas atuantes
no mercado como Rafael Bittencourt e Hugo
Mariutti. Grava guitarras e violões
para estúdios em São Paulo
(principalmente áudio publicitário).
Toca nas bandas: Radiofonics (cover Pop/rock),
Latin Lovers (cover musica latina) e Sunsarah
(música própria) e tem um
trabalho instrumental auto-intitulado
que lançou recentemente em um cd. |
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Andreas
Kisser
Se
interessou por música logo cedo,
aos 10 anos de idade, escutando os discos
da mãe e do pai, como Beatles,
Roberto Carlos e basicamente sertanejos
como Tonico e Tinoco por parte de seu
pai. Com o violão da avó,
aprendeu os acordes principais através
da MPB. Pela influência de um amigo
mais velho, conheceu o Queen e o Kiss,
o que revolucionou toda a sua maneira
de encarar a música. Comprou sua
primeira guitarra (Giannini-Supesonic)
e um pedal de distorção.
Então
Andreas formou sua primeira banda, a ESFINGE
e teve grande repercussão na região
do ABC paulista na metade da década
de 1980. Só tocavam covers e isso
foi uma grande escola, tocando desde Whitesnake
até Venom. No começo de
1987, entrou para o Sepultura, se mudando
para Belo Horizonte e começando
uma carreira única na história
da música brasileira. Junto com
Max Cavalera, Igor Cavalera e Paulo Jr.,
conquistaram o mundo, viajando pelos quatro
cantos, divulgando um pouco mais a cultura
brasileira através da música
pesada.
Andreas
continua com o Sepultura, agora com Derrick
Green nos vocais e também se lançou
no mundo do cinema fazendo duas trilhas
sonoras. A primeira foi feita em 1998,
para o filme No Coração
dos Deuses, direção de Geraldo
Moraes, com Antonio Fagundes, Roberto
Bomfim, dividindo a música com
Igor Cavalera e André Moraes. A
segunda foi feita em 2002 para o filme
Bellini e a Esfinge, direção
de Robertyo Santucci, com Malu Mader,
Fábio Assunção, baseado
num livro de Tony Bellotto e junto à
este dividiram a trilha com Charles Gavin
e Eduardo Queiróz, também
participou junto com o Sepultura e André
Moraes da trilha do filme Lizbela e o
Prisioneiro regravando uma música
de Zé Ramalho, "A Dança
das Borboletas", contanto com a participação
do próprio músico. Também
produziu o disco Cheque Mate da banda
paulista Necromancia que saiu em 2001,
e produziu o disco Intro da banda Lagunna,
que foi lançado em 2005.
Criou
em 2003 o projeto Brasil Rock Stars em
que toca o repertório que o influenciou
a ser guitarrista, bandas como Black Sabbath,
Deep Purple, Led Zeppelin, Cream, Jimi
Hendrix, Beatles, Rolling Stones, AC/DC
entre outra, junto de Paulo Zinner (bateria),
Vasco Faé (vocais, gaita), Robson
Rocco (vocais), Silvio Alemão (baixo),
Daniel La Torre (teclados) e Theo Werneck
(vocais, guitarra). Sempre contando com
convidados muito especias como: Caetano
Veloso, Samuel Rosa (Skank), Paralamas
do Sucesso, Tony Bellotto e Charles Gavin
(Titãs), Igor Cavalera, Paulo Jr.
e Derrick Green (Sepultura) Bocato, Nando
Reis, Edgard Scandurra e Nasi (Ira!),
Junior Lima, Luis Carlini, Frejat, Ivo
Meirelles e Funk 'n' Lata, George Israel,
Clemente (Inocentes), entre outros. Esse
projeto ja se apresentou em várias
casas de shows em São Paulo capital
e interior, Rio de Janeiro, entre outros
lugares. Desse projeto, nasceu uma variação
que foi batizada de "Andreas Kisser
Embromation Society" que conta com
Theo Werneck e a dupla, Vasco Faé
e Fabio Azeitona (percussão) aonde
tocam o mesmo repertorio do Brasil Rock
Stars junto com algumas músicas
do repertório de Vasco e Azeitona,
com uma pegada mais infuenciada pelo blues.
Se apresentam periodicamente na noite
Paulistana. |
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Armandinho
Armando
da Costa Macedo, conhecido como Armandinho,
(Salvador, 22 de maio de 1953) é
um instrumentista, cantor e compositor
brasileiro, nascido na Bahia. É
filho de Osmar Macedo, do Trio Elétrico
de Dodô e Osmar. Formou o Trio Elétrico
Mirim em 1962. Em 1967, formou a banda
de rock Hell's Angels, no qual tocava
guitarra.
Na
década de 1970, Armandinho (guitarras,
vocal) formou o conjunto A Cor do Som,
ao lado de Dadi (baixo e vocal), Mú
Carvalho (teclados e vocal), Ary Dias
(percussão e vocal) e Gustavo Schroeter
(bateria). A banda se notabilizou pela
alta qualidade instrumental, mesclando
sonoridades de rock, jazz e música
brasileira. Apresentaram-se no Festival
de Jazz de Montreux e alcançaram
grande sucesso popular com canções
como "Beleza pura" (Caetano
Veloso), "Abri a porta" (Gilberto
Gil - Dominguinhos), "Zanzibar"
(Armandinho - Fausto Nilo), etc.
Ao
longo das décadas seguintes, Armandinho
tem dado continuidade a seu trabalho instrumental
(guitarra, violão, bandolim, etc.),
gravando e se apresentando ao lado de
músicos como Raphael Rabello, Paulo
Moura, Época de Ouro, Moraes Moreira,
Pepeu Gomes, Caetano Veloso, Trio Elétrico
de Armandinho, Dodô e Osmar, entre
outros. |
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Dino
Rangel
Dino
Rangel apresenta seu 2º cd com participação
dos músicos Márcio Bahia(bateria),
Zé Canuto(sax, flauta e arranjos),
Mazinho Ventura(baixo), Marcos Nimrichter(piano
e acordeon), David Feldman(piano), Ney
Conceição(baixo) e Beth
Bruno(vocal); com composições
de autores como Guinga, Tom Jobim, Garoto,
Dori Caymi, Victor Assis Brasil, o cd
do guitarrista passeia pelo samba, choro,
toada, baião e frevo. Dino homenageia
o cronista Rubem Braga(As Boas Coisas
da Vida), com o título “Partir...Voltar”,
sugerindo como no título do livro,
uma das melhores coisas da vida, numa
alusão a música de improvisação,
ou seja, partir, improvisar, viajar, depois
voltar fazendo com que toda essa “viagem”(improviso)
faça sentido.
Dino
estudou com Sergio Benevenuto e Yan Guest,
pouco tempo depois foi pra Nova lorque
tocando com grupos brasileiros e também
ter aulas com guitarristas de jazz, regressando
ao Brasil em 1991, dando início
à carreira profissional.
Participou dos grupos Suzete Drinks, Palha
de Milho, Saloon&Cia; acompanhou a
cantora Beth Bruno e o cantor e compositor
Fred Martins. Em 1994, excursionou por
vários países da Europa
com o grupo Brasiliana. Participou de
shows e gravações com Watusi,
Vanessa Barum, Marvio Ciribelli, Felicidade
Susy, Bia Bedran, Baby do Brasil, Ithamara
Koorax, Keiko Omata, Ednardo; na música
instrumental atuou ao lado de Guinga,
Léo Gandelman, Arthur Maia, Marcelo
Salazar, Jorge Pescara, PC Barros, Rogério
Souza, Zé Canuto.
Em
1998 estréia seu primeiro disco
solo pelo selo Niterói Discos,
assinando a metade das dez faixas do CD
"Café", enquanto o trompetista
Luisão Ramos fornece três
composições. Tom Jobim e
Peter Pan ganham inspiradas releituras
de "Antígua" e "Se
queres saber", respectivamente. Acompanhado
por músicos como Arthur Maia, Zé
Canuto, Márcio Bahia, Marcos Nimrichter
e Cláudio Infante, entre outros,
Dino também é o arranjador
da maioria das faixas gravadas no Castelo
Studio. Como curiosidade, vale registrar
que a faixa "Even Eight", gravada
em 1990, em Nova lorque, conta com os
teclados de Edward Simon, o baixo de Paul
Socolow e a bateria de Zach Danziger.
Em
2001 participa do cd “JAZZ FROM
BRASIL”, compilação
do jornalista e produtor Arnaldo DeSouteiro,
com a faixa ANTÍGUA (Tom Jobim),
junto de Eumir Deodato, Cláudio
Roditi e Ithamara Koorax, lançado
no Japão, Europa e EUA, indicado
para o GRAMMY como melhor álbum
Latin Jazz. Participa da compilação
do 6º “Compasso, Samba &
Choro”(2003) da gravadora Biscoito
Fino. Foi selecionado em 2º lugar
no edital da Niterói Discos(2006)
ao lado de Ronaldo do Bandolim, Rogério
Souza e Luiz Alves, para gravar seu 2º
cd solo. |
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Edgard
Scandurra
Edgard
José Scandurra Pereira (São
Paulo, 5 de fevereiro de 1962) é
um guitarrista e compositor brasileiro,
integrante da banda de rock Ira!. Scandurra
está hoje muito mais ligado à
música eletrônica do que
ao rock.
Ex-integrante
da banda Ultraje a Rigor, Edgard, que
é canhoto, é um dos maiores
guitar heroes brasileiros. Já fez
diversas participações especiais
com grandes nomes nacionais como Kid Abelha,
Vange Milliet, Ultraje a Rigor e Os Paralamas
do Sucesso.
No
começo dos anos 80, Scandurra fazia
parte e gravou com a banda Smack dois
álbuns (Ao Vivo No Mosh e Noite
e Dia). Após o final do Ira!, voltou
a gravar um EP com a banda, lançado
em 2008 com o título 3.
Tem
dentre seus trabalhos solos, Amigos Invisíveis
e também Benzina. Lançou
em 2006 o álbum Amor Incondicional.
Gravou
a guitarra de diversos álbuns do
parceiro Arnaldo Antunes, além
de terem lançado em 2009 o álbum
Pequeno Cidadão, voltado para o
público infantil, com a parceria
adicional de Taciana Barros e Antonio
Pinto. |
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Eduardo
Ardanuy
Nascido
em 20 de junho de 1967,Eduardo Ardanuy
possui um currículo invejável.
Considerado um dos melhores guitarristas
do País, eleito tanto pelo público
como pelas melhores revistas especializadas,
é um modelo a ser seguido tanto
pelos iniciantes como para aqueles que
já possuem algum know-how no mundo
da guitarra. Já participou de bandas
como: A Chave do Sol, Anjos da Noite,
Supla, Eduardo Araújo, e desde
1992, junto de Andria e Ivan Busic, a
banda Dr. Sin, da qual faz parte até
hoje.
Com
a banda Dr. Sin participou de grandes
eventos como: Hollywood Rock, Monsters
of Rock, M 2000 - Summer Concert, abrindo
shows de grandes nomes do rock como: Ian
Gillan, AC/DC, Dream Theater, Mr. Big,
Steve Vai, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen,
Bon Jovi, entre outros.
Em
1998, junto com outros dois grandes guitarristas,
Frank Solari e Sérgio Buss, montou
o projeto instrumental TRITONE do qual
foi gravado o CD "Just For Fun (and
maybe some money...)" e também
realizando shows pelo País.
No
mesmo ano, em uma votação
feita por 200 guitarristas brasileiros
e organizada pela revista Guitar Player
Brasil, foi eleito um dos dez melhores
guitarristas do País onde pode
ser conferido no CD produzido pela revista
Guitar Player, junto a outros grandes
nomes da guitarra brasileira.
Em
setembro de 2000 o Dr. Sin lançou
o álbum Dr. Sin II que contava
com a participação de um
novo integrante, o vocalista americano
Michael Vescera (ex - Loudness, famosa
banda japonesa e ex-Yngwie Malmsteen).
Michael Vescera permaneceu na banda por
um ano, fazendo ao lado de Edu Ardanuy,
do trio um poderoso quarteto.
Retornando
a formação original, como
Power Trio em 2003, o Dr. Sin lançou
o 1º material oficial em vídeo,
um DVD onde a banda comemora 10 anos de
existência e muito rock'n roll.
Após
o sucesso do álbum de covers Listen
to the Doctors, o Dr. Sin lança
o álbum Bravo que vem sendo sucesso
de vendas, estando em primeiro lugar de
vendas da gravadora Century Media.
Edu
Ardanuy também é muito popular
como professor de guitarra, já
lecciona há mais de quinze anos
e vem ministrando aulas e workshops por
todo País. |
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Faíska
Apesar de ser um excelente guitarrista,
Faíska é pouco conhecido
da mídia nacional. Um pouco de
sua história: Faíska iniciou
sua carreira na banda de rock "Zhappa"
que fazia muito sucesso nas domingueiras
de clubes da década de 70 e durou
até meados de 1979. Ele adorava
essa banda porque lá podia tocar
músicas de seus ídolos mais
influentes como Ritchie Blackmore, Jeff
Beck e Johnny Winter. Foi também
nessa época que começou
a fazer suas primeiras gravações
em discos de cantores famosos.
Após
esse período, Faiska ingressou
na Joelho de Porco, famosa banda de rock
de São Paulo que tinha como fundador
o baixista Tico Terpins, que por sua vez
era proprietário do estúdio
Áudio Patrulha que seria conhecido
mais tarde como o estúdio "A
Voz do Brasil", onde Faiska conheceu
Zé Rodrix que sempre o escalava
para participar de gravações
de trilhas e jingles para rádio
e TV trazendo-lhe uma vasta experiência
no ramo.
Foi
nesse estúdio que Faiska gravou
também o primeiro disco do grupo
Tóquio, antiga banda de Supla;
gravou a música "Voltei pra
Você", trilha de uma novela
da rede Globo, do compositor, cantor e
pianista João Paulo que se tornou
um grande amigo e parceiro musical; gravou
o disco "Serpente Rara" de Cida
Moreira com quem Faiska trabalhou por
alguns anos e também gravou o primeiro
disco da banda "Ponto Chic".
Esta banda tinha como integrantes o baixista
Celso Pixinga, o baterista Albino Infantozzi
e o pianista Luíz Lopes, isso tudo
sem contar a participação
de grandes músicos como Manito
( ex-Incríveis),da banda Metalurgia
e Mozart Mello.( Outro grande guitarrista).
Já
fascinado pela música instrumental
entrou na banda "Zona Sul" que
era formada pelos seus amigos já
citados anteriormente, Álvaro,
Rubinho, Pixinga e o baterista Carlinhos
Bala que tocavam grandes clássicos
populares dos Beatles, Spiro Gira, Joe
Cocker com arranjos funkeados e um toque
muito pessoal. Passaram por este grupo
também os bateristas Eduardo Viana,
Maguinho, Fernando Gonçalves, os
baixistas Pedro Ivo, Leandro, Aurélio
e Nadinho, os guitarristas Mozart Mello(grande
mestre) e Jarbas Barbosa. O ápice
da banda foi a participação
e o título de Melhor Interpretação
da música "Verdejar"
de autoria de Rubinho Ribeiro no Festival
Globo Shell de 1985.
Depois
disso, a banda acabou se dissolvendo devido
aos compromissos profissionais dos músicos
que, na sua maioria, foram trabalhar como
side-man de cantores nacionais.
Nesses mesmos anos 80 havia uma efervescência
de bares na cidade de São Paulo
e Faiska trabalhou como free-lancer tocando
todos os dias com bandas de diferentes
estilos: rock, country, jazz e blues.
Foi nessa época que Faiska conheceu
o guitarrista Robertinho do Recife que
o convidou para substituí-lo na
banda do cantor Raimundo Fagner. |
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Fernando
Noronha
Fernando
Noronha toca com a banda Black Soul desde
janeiro de 1995. Nesses anos de carreira,
já gravaram 6 discos e se apresentaram
em Festivais e Clubes de Blues ao redor
do mundo, levando sua música para
países como Argentina, Chile, Bélgica,
Holanda, Alemanha, Espanha, Canadá,
Suíça e Áustria.Trabalharam
ao lado de nomes como B.B. King, Buddy
Guy, Jeff Healey, Coco Montoya, Chris
Duarte, Ron Levy e Phil Guy, entre outros
Mas
é em cima do palco que FN&BS
tem levado muita música e diversão
aos locais em que tem se apresentado.
Com seu "electric blues" contemporâneo,
o grupo tem conquistado muitos fãs
e amigos em todos os lugares em que tem
se apresentado. Confira toda essa energia
ao vivo e saiba porque. |
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Frank
Solari
Frank
Solari nasceu no dia 25 de março
de 1972, em Porto Alegre, Rio Grande do
Sul. Em 1978, começou seus estudos
com aulas particulares de piano. Ingressou
no Curso de Extensão Musical da
UFRGS em 1981. Em 1985, Frank Solari concluiu
o Curso de Extensão em Piano Clássico
e Teoria Musical da UFRGS. Após
passar por este conhecimento clássico
e teórico, iniciou de forma autodidata
o estudo da guitarra elétrica.
Posteriormente buscou informação
técnica ouvindo todos os estilos
musicais. |
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Gustavo
Guerra
Durante
o London International Music Show 2008
(Inglaterra), um brasileiro chegou ao
topo mundial. O curitibano Gustavo Guerra
deixou para trás mais de 700 concorrentes
– incluindo alguns conterrâneos
– e foi anunciado vencedor do disputado
Guitar Idol. A competição
aconteceu pela internet e o brasileiro
teve mais de 5.000 mil votos.
“Vencer
o Guitar Idol é o reconhecimento
por duas décadas de trabalho árduo
e muita dedicação”,
avaliou Gustavo. O brasileiro gravará
um CD pela Lion Music, que terá
a presença dos 12 finalistas. Ele
ainda abocanhou uma guitarra Paul Reed
Smith, um amplificador Peavey Valve Amplifier
e pedais da Roland/Boss. Além disso,
Gustavo Guerra também participará
de workshops promovidos pela The Guitar
Institute e pela Rockschool.
Nos
últimos anos, Gustavo Guerra tem
chamado a atenção como uma
espécie de fenômeno. Seus
vídeos postados no YouTube atingiram
a expressiva marca de mais de cinco milhões
de acessos. |
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Hudson
Cadorini
Udson
Cadorini Silva (Cássia dos Coqueiros,
SP, 16 de agosto de 1972), mais conhecido
como Hudson Cadorini ou Hudson, é
um guitarrista brasileiro de rock e música
sertaneja, que forma com o irmão
Edson a dupla sertaneja Edson e Hudson.
Quando
mais novo, Hudson cantava com o irmão
em locais como praças públicas,
bares, rodeios e bailes. Ambos utilizavam
o nome Pep e Pupi, tornando-se mais tarde
os irmãos Edson e Hudson. Os irmãos
eram de família circense, e adquiriram
muitas experiências no circo, que
os ajudaram a fortalecer a união
e mostrar a força e potencial que
tinham para a música. A fusão
da voz de Edson com a guitarra de Hudson
fez com que a dupla se tornasse uma das
mais queridas do Brasil, agradando a pessoas
de todas as idades. Com 11 CDs e 4 DVDs
lançados, a dupla se diferencia
devido à guitarra de Hudson, que
leva ao som da dupla características
vindas do rock e do hard rock, junto à
influência da música country.
Os
irmãos anunciaram recentemente
a separação da dupla, com
um último álbum a ser gravado
ao vivo no dia 31 de Dezembro de 2009. |
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Hugo
Mariutti
Hugo
Mariutti Pereira, São Paulo, 18
de dezembro de 1975. Em
2000, após a divisão do
Angra por motivos de desentendimento,
André Matos, Luis Mariutti e Ricardo
Confessori formam a banda Shaman. Na época
sem guitarrista, Luís chama seu
irmão Hugo Mariutti que incorporar-se
à banda. Com a banda finalmente
completa, o Shaman trabalhou para tornar-se
conhecido e marcar seu nome, iniciando
com uma turnê de estréia
que passou pela Europa e América
Latina.
A
temática da banda é focada
principalmente no xamanismo, de onde surgiu
o nome Shaman. Mesclando heavy metal tradicional,
música erudita e ritmos regionais,
se deu início às gravações
do primeiro álbum, "Ritual",
lançado em 2002. Em 2003, a banda
gravou um show em São Paulo para
um DVD.
Atualmente
Hugo toca na banda de Andre Matos, junto
com Luis Mariutti (com quem também
toca no Henceforth), Fabio Ribeiro (com
quem formou a banda Remove Silence), Elóy
Casagrande e Andre Hernandez. |
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Joe
Moghrabi
Na
área de composição
Joe participou intensamente. No CD do
Bipin´ (Quatro Elementos), seis
das nove músicas são de
autoria de Joe e no CD do Voga (A Lobby
of Notes), dez das doze músicas
são do guitarrista Joe Moghrabi
e, estão para sair mais dois CDs
com composições de Joe em
sua maioria: O CD do Freio de Mão
(Joe, Alaor Neves e Celso Pixinga) e o
CD de Alaor Neves que além da maioria
das composições teve a produção
de Joe.
Atualmente Joe está se dedicando
ao um projeto solo e, as apresentações
podem ser feitas em duas versões:
Trio, com bateria e Baixo e quarteto,
com bateria, baixo e teclado. As músicas
podem ser conferidas através de
downloads gratuitos (MP3) e o preço
dos shows varia conforme a versão
e distância dos mesmos.
Joe Moghrabi está lecionando há
mais de 23 anos. “Fazer parte da
evolução de novos talentos
é uma segunda arte”. A didática
de Joe tem alto teor de soluções
práticas em suas metodologias:
Joe Guitar Pró para iniciantes
e Guitar Secrets para iniciados, ou seja,
se o aluno tem como objetivo tocar, não
faltarão assuntos... Da técnica
ao repertório.
Já visitou todas as regiões
do Brasil com seus workshops e máster
classes. Estes workshops (diferentes das
clínicas e master classes) têm
a apresentação de temas
que enfocam o resultado final de toda
a dedicação de Joe em relação
à música. A música
profissional para um instrumentista que
não visa a área de side
man (acompanhar cantores ou bandas) não
tem “praia”; tem sotaque,
personalidade, bagagem e atitude, ou melhor,
o impacto pode agredir o ouvinte independente
do estilo e número de notas que
o músico está tocando. E
esta musicalização da didática
pode ser comprovada nos eventos de Joe
Moghrabi. |
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Juninho
Afram
Nascido
em São Paulo, desde adolescente
Juninho Afram envolveu-se com música,
estudando próximo à sua
casa em um conservatório de violão
clássico aos treze anos. Porém,
uns poucos anos depois, deu preferência
à guitarra elétrica, por
influência de bandas como Pink Floyd
e do rock dos anos 70 e 80. O início
do aprendizado na guitarra elétrica
foi um período de dificuldades
para ele, tanto pelo alto preço
dos instrumentos e acessórios,
quanto pela escassez de material didático.
Aos
quatorze anos ganhou sua primeira guitarra,
e começou a tocar com amigos da
vizinhança. Aos quinze anos começou
a tocar na Igreja Cristo Salva, com uma
banda chamada Estação Céu,
sendo essa uma época onde pôde
desenvolver suas habilidades músicais.
Naquela mesma igreja conhece Walter Lopes
e Wagner García, e, posteriormente,
com eles forma a banda Oficina G3. Logo
também ingressaram na banda Luciano
Manga e Túlio Régis. Juninho
Afram era guitarrista da banda, assumindo
apenas esporadicamente os vocais em algumas
músicas (como Perfeita União
e Espelhos Mágicos).
Durante
os anos vários membros saíram
da banda e vários outros entraram;
dentre os que entraram estão Duca
Tambasco (em 1994), Jean Carllos (em 1995)
e Mauro Henrique (em 2008), os quais são
os membros que compõem a formação
atual do Oficina G3. Após a saída
de PG, vocalista da banda entre 1998 e
2003, o grupo decidiu entre si colocar
Juninho Afram nos vocais. Passados cinco
anos de sucessos e duas indicações
ao Grammy Latino Grammy Latino[3], Juninho
deixa o posto de vocalista principal da
banda no final de 2008, quando o grupo
recebeu um novo integrante para exercer
tal função, o até
então professor de música
e produtor musical Mauro Henrique.
Aos
22 anos, estudou guitarra junto com Kiko
Loureiro (guitarrista da banda Angra).
Estudou canto lírico, na Universidade
Livre de Música, por dois anos
e meio, e também guitarra, com
Mozart Mello, no IG&T (Instituto de
Guitarra e Tecnologia). Hoje Juninho é
um dos endorsers da conceituada marca
de guitarras Tagima, sendo o único
guitarrista a ter dois modelos exclusivos
de sua assinatura, a JA e a Arrow. Também
pela Tagima foi lançada uma linha
de violões elétricos com
sua assinatura. É endorser das
cordas NIG há vários anos
(possui uma linha de cordas com seu nome).
Tem também como patrocinadores
Maverick amplificadores e Landscape pedaleiras
Pedalboard. E a grande marca de equipamentos
da BOSS convidou o guitarrista para ser
garoto propaganda de uma linha afinadores
cromáticos. |
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Kiko
Loureiro
Por
dois anos seu professor, Pedro Bueno,
ensinou-lhe os primeiros acordes e peças
de violão. Adolescente roqueiro,
quis aprender a tocar guitarra. Ganhou
sua primeira guitarra aos treze anos,
uma Giannini modelo SG preta, e um amplificador
cubo também Giannini. Foi então
aprender os solos e riffs que ele tanto
desejava, de guitarristas como Eddie Van
Halen, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Randy
Rhoads, entre outros. Aos
dezesseis anos, já levando bem
a sério o estudo da guitarra, foi
estudar no antigo IG&T e lá
teve a oportunidade de conhecer o guitarrista
Mozart Mello, com o qual estudou durante
cinco anos.
Foi
neste período que começou
a tocar profissionalmente nas casas noturnas
de São Paulo. Sua primeira banda
nesta época foi o Legalize (com
Edu Mello nos vocais, Dennis Belik no
baixo e Alja na bateria). Posteriormente
tocou com a banda A Chave, participando
também no projeto do tecladista
Fábio Ribeiro, o Blesqui Zátsaz.
Também nesta fase, ele conheceu
Seizi Tagima, quando levou sua Ibanez,
guitarra posterior à Giannini,
para regular, e assim visitou o atelier
deste famoso luthier. Depois deste encontro,
Kiko e Seizi desenvolveram uma guitarra
que veio a ser o protótipo da Tagima
Zero e substituiu sua Ibanez. Ele utilizou
tanto seu protótipo quanto as Tagima
Zero por muitos anos e recentemente desenvolveu
dois novos modelos, a Tagima K1 e a Tagima
K2.
Aos
dezenove anos foi convidado para entrar
no recém-formado Angra. A partir
daí sua história se confunde
com a história desta banda. Teve
de se dedicar por tempo integral ao Angra,
pois os resultados perante crítica
e público desde a primeira demo,
de 1992, foram surpreendentes.
Em
março de 1993 Kiko grava sua vídeo-aula
pela produtora MPO, e logo em junho viaja
à Alemanha para gravação
do primeiro CD do Angra, intitulado Angels
Cry. O Angels Cry, em sua estréia,
obteve grande repercussão, principalmente
no Japão, onde alcançou
disco de ouro.
Várias
empresas associaram suas marcas a seu
nome, principalmente as guitarras Tagima,
com as quais ele gravou todos os álbuns
do Angra e o acompanharam mundo afora
por diversas turnês e workshops.
Outra empresa de guitarra, a japonesa
Stafford, criou um modelo-assinatura de
Kiko Loureiro, porém de venda exclusiva
no Japão.
Ele
foi colunista durante um ano e capa por
duas vezes da revista japonesa Young Guitar,
colunista e capa das revistas Guitar &
Bass e Cover Guitarra e teve uma matéria
publicada na Guitar Player americana em
outubro de 2007, dentre outras publicações.
No
início de 2006, Kiko Loureiro foi
eleito pela revista japonesa Burnn! o
melhor guitarrista do mundo Também
foi chamado para fazer uma participação
no álbum da cantora finlandesa
Tarja Turunen e participou da turnê
pela a América Latina junto com
ela. Recentemente ele participou da NAMM
2009, uma das maiores feiras musicais
do mundo. Se apresentou ao lado de renomados
músicos como Victor Wooten, John
DeServio (black label society), Ritchie
Kotzen, Eddie Jackson (Queensryche), Joe
Satriani, Mike Terrana(esse já
gravou com Kiko Loureiro 2 albums do próprio),
Doug Wimbish (Madonna, living Colour,
Mick Jagger) e Neil Smith (Alice Cooper).
Ja havia participado da NAMM 2008 antes.
Ja tocou em diversos progamas de TV, inclusive
na Rede Globo (Jô Soares e Altas
Horas), na Record, Espn Brasil, entre
outras. Recentemente recebeu uma proposta
para abrir alguns shows do Iron Maiden,
mas não pode ir devido aos shows
já agendados com o Angra. |
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Marcos
de Ros
Marcos
De Ros Iniciou sua carreira aos 9 anos,
copiando alguns acordes e melodias no
violão.. Em 85, com 14 anos, já
fazia shows com sua primeira banda de
rock, o GARGANTHUAE, e em 88 tocava em
várias bandas, desde jazz-fusion
até thrash-metal. Nesta mesma época
começou a ter aulas de violino.
No ano seguinte foi admitido como violinista
na Orquestra Sinfônica de Caxias
do Sul. Em 91, com 20 anos, formou o power
trio DE ROS, com o baterista Sandro Stecanela
e o baixista Fábio Alves. Com esta
formação, a banda gravou
algumas demos e fez vários shows
na região e no centro do país.
No
ano de 92 foi contratado como músico
de estúdio para gravar o disco
Radicci, lançado pelo selo Official
Bootlegs. Em 94 lançou seu primeiro
disco com a banda DE ROS, o LP independente
AD DEI GLORIAM, que em 96 foi relançado
em formato CD, e conseguiu uma ótima
repercussão, tanto em termos de
público quanto de critica. No começo
de 97 gravou UNIVERSE, pelo selo Megahard
Records, um CD com mais peso e músicas
que refletem um grande amadurecimento,
além de algumas surpresas como
o uso mais acentuado de teclados, a cargo
de Éder, a participação
de uma cantora, Franciele, que faz uma
vocalização belíssima
em Eternal Life e algumas passagens acústicas,
como Para- Bhakti, que trazem à
tona um estilo diferente e muito musical.
No ano de 1999 lançou o seu terceiro
CD instrumental, MASTERPIECES. Este CD
é na verdade uma idéia inovadora,
pois se trata de uma releitura de músicas
eruditas de compositores consagrados,
como Mozart, Bach, Villa-lobos e Paganini,
entre outros.
Difícil
explicar o tipo de emoção
que a audição deste CD desperta
no ouvinte, uma vez que além de
contar com a colaboração
de excelentes músicos e com uma
intensa pesquisa de arranjos e timbres
no estúdio, Marcos De Ros ainda
foi muito feliz na escolha do repertório,
sabendo dosar o lirismo da \\\'Ave Maria\\\'
com a força do \\\'O Vôo
do Besouro\\\'; a sutileza da \\\'Meditação
de Thais\\\' ao virtuosismo do \\\'Capricho
17\\\'. Em 2000 o guitarrista junto à
sua banda, o AKASHIC, realizou uma extensa
turnê na Europa, tocando Em Portugal,
Espanha, França, Suíça,
Bélgica e Holanda, fazendo vários
shows e workshops nestes paises.
Esta
turnê culminou com a gravação
do CD TIMELESS REALM, lançado em
outubro do mesmo ano no Brasil, pela Hellion
Records, CD este que angariou uma verdadeira
legião de fãs em todo o
Brasil, gravado em Portugal com a produção
de Luis Barros.
No
ano seguinte, o musico trabalhou intensamente
em workshops e participou de alguns projetos
de artista locais e também do Terceiro
festival internacional de Violão
Erudito de Caxias, sendo o único
professor palestrante a tocar guitarra
elétrica no festival. Também
participou das coletâneas Hellion
Collection vol. 3 e Guitarapalooza. O
ano de 2002 foi marcado pelo intenso número
de ensaios, na pré-produção
do novo álbum do AKASHIC, além
do lançamento do primeiro CD-Rom
instrucional feito por um guitarrista
brasileiro, o ADVANCED GUITAR TECHNIQUES,
que foi lançado com exclusividade
pelo site norte-americano Chops From Hell.
No
mesmo ano o guitarrista participou como
convidado do CD do guitarrista Português
Paulo Barros. No inicio de 2003, o AKASHIC
gravou seu novo CD, - A BRAND NEW DAY,
que novamente contou com a produção
do Português Luis Barros e a masterização
de Tommy Newton, CD que está sendo
ansiosamente aguardado pelos fãs
e pela critica especializada.
No
decorrer do mesmo ano participou da coletânea
Virtual Guitar Virtuosos, lançada
exclusivamente no mercado Tailandês.
Em 2004 fez uma extensa turnê pela
Argentina, Bolívia e Paraguai ao
lado do guitarrista Argentino Pablo Soler,
turnê esta chamada de South American
Guitar Masters e participou do CD Shawn
Lane Tribute vol II (Lion Records, Finlândia)
com uma composição inédita
e fez uma participação no
CD APPASSIONATO, de Yasu Matsushita (Japão).
No mesmo ano gravou Masterpieces 2, CD
este que obteve incrível projeção
nacional.
No
ano de 2005 gravou seu segundo CD Rom,
INTENSE PICKING, pelo selo Chops From
Hell, e no lançamento nacional
o CD do Akashic, tocou na casa de espetáculos
paulista Via Funchal ao lado das bandas
Pain Of Salvation e Evergrey.
O músico continua com seu projetos
de turnê pela américa latina.
Também desenvolve um trabalho junto
ao acordeonista Oscar Dos Reis que resultará
na gravação de um CD no
segundo semestre de 2006.
Marcos
De Ros já foi citado várias
vezes, pela critica especializada e pelos
leitores de revistas especializadas (Rock
Brigade, Roadie Crew) como um dos melhores
guitarristas do Brasil. Fez
shows e workshops em vários paises,
como Argentina, Bélgica, Bolívia,
Espanha, França, Holanda, Paraguai,
Portugal e Suíça. É
o primeiro guitarrista Brasileiro a lançar
um CD-Rom didático no exterior. |
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Mozart
Melo
A
partir de 1967 com o grupo Os Selvagens
(TV Bandeirantes - programa Mini Guarda).
Como
solista desde 1988 (a partir da primeira
apresentação em São
Carlos no Café com Letras). Atividades
didáticas: Desde 1977 incluindo
várias Escolas e Conservatórios,
a coordenação didática
do IGT (1988), Workshops, Seminários
e Cursos por todo o país, cinco
livros, grande número de apostilas
(produções independentes),
2 vídeo-aulas (Fusion/Blues) e
um vídeo show com Albino Infantozzih.
Colaborou
com as revistas: Tok pra quem Toka, Cover
Guitarra e Guitar Player (ex-editor técnico).
Cursos na Faculdade Carlos Gomes e para
alunos da FAAM e Santa Marcelina. Cursos
nos Conservatórios Souza Lima,
Frutuoso Viana e D. Pedro I e atualmente
diretor pedagógico e professor
do EM&T (Escola de Música e
Tecnologia).
Shows
/ eventos importantes que participou:
Free Jazz Festival 85/86, Festival de
Inverno de Campos do Jordão 85/86,
Festivais de Jazz de Montreal, Quebec,
Otawa todos em 86, Guitar Mix (todas as
edições), Festival de Jazz
de Cascavel, abertura de dois shows para
Frank Gambale etc. Já trabalhou
para as marcas: Spanish, Harmonic, Tagima
(atualmente), Fernandes, Aria Pro II,
Oliver, Meteoro (atualmente), Alvarez,
Samick etc. |
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Nuno
Mindelis
Nuno
Mindelis nasceu em 07 de agosto de 1957,
em Cabinda, Angola (país do Leste
da África).Seu interesse pela guitarra
começou muito cedo, quando tinha
apenas 5 anos de idade e com 9 anos já
construia e tocava suas próprias
guitarras. Ouvindo Blues desde a infância,
sua primeira influência foi de Otis
Redding, Booker T & The MG (Steve
Cropper, guitarrista da gravadora Stax,
Donald ''Duck'' Dunn e Al Jackson).
Mais tarde, unido a um primo mais velho
no Canadá, Nuno passou a tocar
em uma banda em jams e em clubes locais,
permanecendo por lá aproximadamente
um ano. Em 1976, após um ano de
separação da família,
se reuniu a eles em sua casa no Brasil.
Até meados de 1990 nada acontecia,
até que uma gravação
independente, feita fora do país,
começou a ser tocada nas rádios
locais. Em 1991 ele foi convidado a gravar
seu álbum de estréia em
carreira solo: '' Blues & Derivados'',
que recebeu muitos elogios da mídia
Brasileira.
Em 1992 ele gravou seu segundo álbum
solo: '' Long Distance Blues'' da Movieplay
Records. Este álbum teve participação
de Larry McCray, guitarrista da banda
de Gary Moore, e do músico J.J.
Milteau, tocando Harpa. Mais uma vez a
crítica foi favorável e
Nuno foi muito bem recebido pela mídia
Brasileira. Nesse ano, paralelamente à
excursão promotional do álbum,
Nuno participou de um festival de Blues
em São Paulo também participaram:
Robert Cray, Otis Clay, Ronnie Count,
Lonnie Brooks, e Bo Diddley.
A
revista americana ''Guitar Player'' citou
em 1994 Nuno Mindelis como destaque e
finalmente em 1998, Nuno foi reconhecido
como o Melhor ''Blues Guitarrist''. Em
1995 Nuno foi convidado tocar no 20o aniversário
do Antone's em Austin, no Texas, abrindo
para Junior Wells e Guy Forsite, Clarence
Gatemouth Brown e Storyville. As manchetes
do jornal do Austin Blues anunciavam a
chegada de Nuno como ''Fera Sulamericano
está vindo!''. Nesse mesmo ano
Nuno gravou ''Texas Bound'', com participação
de Tommy Shannon & Chris Layton da
ritmica do ''Double Trouble'' de Stevie
Ray Vaughan.
Em
1999 Nuno lançou ''Blues On The
Outside'' e mais uma vez a mídia
aplaudiu. Atualmente Nuno Mindelis é
considerado pela mídia e pelos
fãs como o melhor guitarrista de
Blues ''Brasileiro''.
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Pepeu
Gomes
Considerado
pela revista americana Guitar World como
um dos dez melhores guitarristas do mundo
na categoria "world music",
aprendeu a tocar violão ainda cedo
em sua cidade natal. Aos onze anos ingressou
em uma banda, chamada "Los Gatos"
e, aos quatorze anos, participou da banda
"Os Minos."
Na
década de 70, com Moraes Moreira,
Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão
e Baby Consuelo formou o grupo "Novos
Baianos". Partiu para a carreira
individual com o final do grupo, por volta
de 1978.
No
final da década de 1980, voltou-se
para a música instrumental, participando
de festivais de jazz e lançando,
em 1989, "Instrumental On The Road".
Nos
anos 90 dedicou-se mais a seu trabalho
como guitarrista, relendo velhos sucessos
como os chorinhos "Brasileirinho"
(Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas"
(Jacob do Bandolim), presentes no início
de sua carreira e que fizeram sua fama
de virtuose. Também enveredou por
um estilo mais pop, com o lançamento
de "Meu Coração"
em 1999. Pepeu foi casado com Baby Consuelo,
com quem teve seis filhos, três
das quais formaram o conjunto SNZ - Sarah
Sheeva, Nana Shara e Zabelê. Após
sua separação, viveu com
a então cantora de Axé Music
Simone Moreno.
Autor
de alguns grandes sucessos de pop romântico,
Pepeu entretanto prima pela participação
como músico em trabalhos de diversos
outros cantores. Apesar disto alguns de
seus hits foram bastante executados no
Brasil, como "Eu também quero
beijar", "Masculino e Feminino"
e os temas de telenovelas "A Lua
e o Mar" e "Sexy Iemanjá". |
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Rafael
Bittencourt
Rafael
Bittencourt nascido em 22 de outubro de
1971 é um compositor, arranjador,
orquestrador, multiinstrumentista, produtor
musical, professor de música e
palestrante brasileiro, além de
ex-colunista, bem como de homem de teatro.
É o fundador e um dos guitarristas
da banda de heavy metal Angra.
Músico
de formação majoritariamente
clássica e jazzística, iniciou
sua educação musical em
1978, aos 7 anos de idade, motivado por
seus pais, assistindo a aulas tanto de
piano clássico quanto de flauta.
Aos
12, ao assistir, pela primeira vez, Angus
Young tocando guitarra em videoclip do
AC/DC, decidiu que iria aprender aquele
instrumento: comprou seu primeiro violão
e começou a ter aulas. Estudando
peças musicais da cultura popular
brasileira, tomou contato com os acordes
jazzísticos da Bossa Nova e seus
ritmos típicos.
Cerca
de dois anos depois, começou a
estudar guitarra elétrica, inclusive
dando continuidade ao estudo daquele instrumento
nos Estados Unidos, para onde mudou-se
em 1988, aos 17 anos. Durante sua vida,
Rafael Bittencourt estudou com os alguns
dos mais renomados professores de guitarra
dentro e fora do Brasil, ente eles, Mozart
Mello.
De
volta ao Brasil, ingressou na Faculdade
de Artes Santa Marcelina, em São
Paulo, pela qual graduou-se em Composição
e Regência, em 1996.
Fundou
sua primeira banda em 1986, aos 15 anos,
chamada "Lixo Atômico",
e, nessa mesma época, deu-se sua
primeira apresentação ao
vivo, com uma antiga banda sua, "Detroit",
em um festival de metal em Pindamonhangaba.
Também já tocou nas bandas
brasileiras "Spitfire" e "Kentucky".
Nos
Estados Unidos, tocou guitarra em uma
big band de jazz (onde recebeu o prêmio
Louis Armstrong como o melhor solista,
em 1988) e tuba em duas orquestras, além
de ter participado de um coral.
No
início da década de 1990,
durante os anos de faculdade, embriagado
pela atmosfera acadêmica, fundou,
junto com alguns amigos da universidade,
uma banda, que misturava as raízes
latinas de seus integrantes com o material
erudito. Para tanto, coletou idéias
e escreveu peças musicais para
o projeto que, mais tarde, seria chamado
"Angra".
A
banda Angra lançou o primeiro álbum,
Angels Cry, em 1993.
Durante
sua estada nos Estados Unidos, Rafael
Bittencourt tomou parte em diversas atividades
do teatro, principalmente a dramaturgia.
Ainda
na arte da escrita, mas no Brasil, foi
colunista de várias revistas especializadas
de guitarra, a saber: "Cover Guitarra"
e "Guitar Class", além
de colaborador da "Guitar Player".
Como
professor de música, lecionou,
durante três anos, Linguagem e Estruturação
Musical na Escola de Música e Tecnologia
- EM&T, assim como Técnica
Avançada de Guitarra no Conservatório
Souza Lima. Ainda no ramo da educação,
ministra workshops em todo o território
nacional.
Também
é produtor musical, já tendo
produzido as bandas brasileiras "Karma"
e "HolyFire". |
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Ricardo
Primata
Começou
seus estudos musicais aos 11 anos de idade,
cursando violão popular. Em seguida,
passou a estudar violão erudito
no curso de extensão da Universidade
Federal. Na pré-adolescência,
começou a fazer apresentações
em público, tocando violão
erudito em aberturas de feiras escolares
e tocando guitarra em algumas bandas,
até que formou a "ANGKOR",
com um estilo peculiar e com composições
próprias, que mesclavam o rock
à música erudita, flamenca
e brasileira.
Depois
de freqüentar formações
de bandas dos mais variados estilos, em
2002 montou o RITMIA, que em 2004 lançou
o 1º CD, com 10 faixas que passeiam
por diversos ritmos e com a participação
de grandes instrumentistas. A iniciativa
de trazer algo novo para os ouvidos das
pessoas, rendeu a Ricardo Primata, muitos
elogios da crítica especializada
de rádio, jornais, sites, dentre
outros, como a Revista Guitar Player brasileira,
de dezembro de 2004, que publicou uma
entrevista feita com ele e afirmou: "Riffs
poderosos, solos bem construídos
e boas composições são
qualidade do guitarrista baiano Ricardo
Primata”.
Depois
de divulgar bastante o trabalho e ser
figurinha carimbada com workshops na Bahia,
Primata começava a desenvolver
novo material para seus alunos - utilizando
apostilas e cd’s de seu método
de ensino - e, também, se tornou
um dos guitarristas mais requisitados
para aulas da cidade. Participou, a partir
da mesma época, de workshows, como
convidado, de grandes músicos,
como do guitarrista Kiko Loureiro (Angra)
e do vocalista Edu Falaschi (Almah/Angra).
Em
2005, lançou seu trabalho instrumental,
intitulado “VISÕES”,
deflagrando temas agradáveis e
envolventes, com grande valorização
da melodia e certeiros momentos virtuosos.
Em 2006, o músico volta aos lançamentos,
com o primeiro registro da banda SLOW,
pelo selo Maniac Records, o que gerou
apresentações memoráveis
ao lado de bandas como Angra e Jeff Scott
Soto.
Todas
estas exposições renderam
a Ricardo boas aparições
da mídia especializada brasileira,
com várias matérias em revistas.
Através do seu site: www.ricardoprimata.com.br,
mantêm um canal de interatividade
com seu público. Seu cast de endorsers
hoje conta com as empresas Crafter Guitars,
Morley Wah-wah, T. Miranda Custom Effects,
Softcase, Groove Strings e Athelier Phnx.
Hoje,
Ricardo estuda Composição
e Regência na Faculdade de Música
da Universidade Federal da Bahia, divulga
o trabalho da banda Fonoclama, ministra
aulas particulares de guitarra e realiza
workshops pelo Brasil. Paralelo a estas
atividades desenvolve também o
seu trabalho instrumental, o qual acaba
de lançar, neste ano de 2009, o
disco “ESPELHO DA ALMA”, com
12 faixas instrumentais de rock/metal
progressivo salpicadas por elementos da
música brasileira – entre
outros ingredientes, bastante tempero
do nosso Nordeste. Prato cheio para quem
gosta da boa música e de performances
arrasadoras. O disco conta com a participação
do repentista Bule Bule e do mestre da
guitarra baiana, Armandinho Macêdo.
Dedicação,
esforço e amor à música.
Defina-se assim Ricardo Primata. Qualidade,
inspiração e respeito aos
fãs. Defina-se assim o trabalho
deste excelente e talentoso guitarrista
brasileiro cuja lavra já mostra
que veio para o mercado com música
de qualidade. |
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Robertinho
de Recife
Começou
a carreira cedo, como guitarrista prodígio
e virtuose. Aos 12 anos já se apresentava
tocando com os pés. Na sua vida
profissional já fez de tudo um
pouco: tocou em bandas pop nos Estados
Unidos; estudou música sacra no
seminário; acompanhou alguns ídolos
da Jovem Guarda, como Jerry Adriani e
Rosemary.
Tocou
blues, jazz e country em transatlânticos
que faziam cruzeiros pela costa brasileira;
foi músico de estúdio, tocando
estilos radicalmente diferentes em discos
de Hermeto Pascoal, Cauby Peixoto, Jane
Duboc e Os Fevers; tocou música
infantil e heavy metal; lançou
o disco "Rapsódia Rock",
com shows que incluíam uma orquestra
e em que se apresentava vestido de Mozart.
Atualmente trabalha também como
produtor ("Flor da Paraíba",
de Elba Ramalho). |
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Roberto
de Carvalho
Roberto
de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro em
16 de novembro de 1952. Desde a década
de 1970 é casado com Rita Lee,
com quem mantém uma parceria musical
bem sucedida e com quem tem três
filhos: Beto, João e Antônio,
nascidos em 1977, 1980 e 1982, respectivamente.
Toca violão, teclado e ajuda nos
vocais.
Participou
de uma das formações finais
da banda Tutti Frutti. Embora sejam a
maioria de suas composições
parcerias com Rita Lee, Roberto já
trabalhou com nomes como Jorge Mautner,
Arnaldo Antunes e Arnaldo Jabor, entre
outros. Além disso, em 1991, gravou
um CD solo. |
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Sergio
Dias
Sérgio
Dias Baptista (São Paulo, 1 de
dezembro de 1951) é um guitarrista,
cantor e compositor, mais conhecido por
seu trabalho com Os Mutantes.
Sérgio
começou a tocar violão aos
onze anos, seguindo os passos de seu irmão
mais velho Cláudio César.
Aos treze anos já havia chegado
a tal ponto que abandonou os estudos para
se dedicar exclusivamente ao instrumento,
dando aulas particulares e fazendo parte
do conjuto Six Sided Rockers, juntamente
com seu irmão mais velho Arnaldo
Baptista e Rita Lee com os quais mais
tarde formaria a banda Os Mutantes.
Com
o fim do grupo em 1978 foi para a Itália,
onde recebeu convites para fazer parte
das bandas de Eric Burdon e da italiana
Area, mas recusou a ambos.
Retornou
ao Brasil, onde voltou a trabalhar com
nomes como Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Em 1980 lançou seu primeiro álbum
solo, Sérgio Dias, onde se mostrava
bastante eclético, indo do funk
ao reggae e do rock progressivo ao samba.
O fracasso comercial do disco motivou-o
a mudar-se para os Estados Unidos, trabalhando
como músico de sessão e
gravando trilhas sonoras. Em 87 se "arrisca"
como ator no filme musical Johnny Love,
que também teve músicas
de sua autoria.
Continuou
lançando seus discos solo durante
os anos 90, gravando canções
tanto em português quanto em inglês.
Atualmente vive em Cotia, São Paulo,
onde tem um estúdio de gravação
de jingles. |
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Tiago
Della Vega
Guitarrista
de técnica e velocidade, o brasileiro
Tiago Della Vega é considerado
o mais rápido do mundo pelo Guiness
Book. O gaúcho de Caxias do Sul
entrou oficialmente para o Guinness Book,
o livro dos recordes, no dia 7 de maio
de 2008. Naquela ocasião ele tocou
sem errar a música The Flight of
The Bumblebee, de Nikolai Rimsky Korsakov,
a inacreditáveis 320 BPM (batidas
por minuto).
O
recorde de 320 BPM também já
não é mais a melhor marca
de Tiago, que já subiu essa marca
para 370 BPM em um programa japonês
gravado neste ano. A marca ainda não
foi reconhecida pelo Guinness, mas já
está em transito para virar o novo
recorde mundial de velocidade com a guitarra. |
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Tomati
Nascido
em São Paulo no dia 05 de outubro
de 1966 , Carlos Nascimento (Tomati),
começou na música muito
cedo, por volta dos 5 anos de idade como
autodidata, tirando músicas de
ouvido. Teve
suas primeiras aulas de violão
aos 10 anos com o professor Luiz Antônio
Ruiz. Estudou
4 anos na conceituada escola do Zimbo
Trio o CLAM (centro livre de aprendizagem
musical) com os professores Valdo Luiz,
Conrado e Fernando Correa.
Nessa
época, Tomati fazia parte de duas
bandas a Contra Tempo, que era uma banda
formada por alunos do CLAM (jazz e bossa
nova), e Jota Paulo e seus Óculos
Escuros (pop) formada por um bando de
malucos adoráveis. Sofreu
influência da música de Milton
Nascimento, Elis Regina, Hélio
Delmiro, Baden Powel ,Tom Jobim e João
Gilberto, e de músicos estrangeiros
como Oscar Peterson, Joe Pass, Jeff Beck,
Jimi Hendrix, Pat Martino e Pat Metheny.
Foi
homenageado pelo Zimbo Trio, tendo a oportunidade
de tocar com eles em uma das audições
da escola no MASP (museu de artes de São
Paulo)em 1985.
Ficou
um ano estudando sozinho, dando aulas
e estudando inglês. Em
1987 Tomati foi para Los Angeles, para
estudar no Musicians Institute em Holywood,
Califórnia, especificamente no
GIT (Guitar Institute of Technology).
Estudou
com grandes feras como Joe Pass, Don Mock,
Joe Diorio, Scott Henderson ,Frank Gambale,
Paul Gilbert, Dan Gilbert, Jeff Berlin,
Larry Carlton, Gary Willis, Norman Brown,
entre outros.
Foi
considerado por Don Mock, "UM DOS
MAIS FINOS GUITARRISTAS DO ANO".
De
volta ao brasil em março de 1988,Tomati
começou a participar intensamente
do cenário musical brasileiro fazendo
workshops, gravando varios jingles para
comerciais de televisão, deixando
sua marca guitarrística em comerciais
da C&A,Puma, Shell, M2000, entre outros.
Foi
convidado a fazer parte da banda TNT (todas
na trave),tocando assim ao lado de grandes
músicos como Faisca, Alvaro Gonçalves,
Celso Pixinga, Maguinho, Pedro Ivo, etc..
Integrou
a Jean Luc Ponty Cover Band com o violinista
Cassio Poletto. Tocou
com Eduardo Araujo, Afonso(do grupo dominó),
Mauricio Mattar, Os Incriveis, Marcio
Montarroyos, Nico Assumpção,
Marcos Resende, Albino Infantozzi, Luiz
Avelar, Leo Gandelman e outros. Sua
ultima turnê como side man, foi
com a cantora Fafá de Belém
passando por varias cidades do Brasil,
Portugal e África. Produziu
um disco para o cantor Supla, uma linguagem
diferente misturando musica brasileira,
jazz e hard core, apelidada em Los Angeles
pelo produtor
Liminha
de Bossa Furiosa, que ,infelizmente ,não
saiu. Participou do disco de vários
artistas e músicos como: Angelica,
Fatima Nascimento, Nall, Silas Fernandes,
Celso Pixinga, Albino Infantozzi, Mr Motaba,
Mila Christy, e vários outros.
Paralelamente
a todos esse trabalhos, Tomati gravou
algumas de suas composições
instrumentais com o Sub Solo Trio (disco
lançado em vinil, em 1990). O
SST, era formado por: Tomati na guitarra,
Cuca Teixeira na bateria e Edu Martins
no baixo.
Gravou
um disco para o projeto Instrumental CCBB
(Centro Cultural Banco do Brasil). Participou
do grupo Master Reunion com o saxofonista
americano David Richards. Idealizador
do projeto Planet Jazz em São Paulo,
um espaço para jazz maníacos
que teve a presença em 1995, de
músicos como, Ernie Wats, Rique
Pantoja, Nico Assumpção,
Teco Cardoso, Faiska, encerrando com a
banda do guitarrista Scott Henderson e
do baixista Gary Willis, Tribal Tech.
Deu
aula dois anos consecutivos no Festival
de Inverno de Campos do Jordão
(1996 e 97).
Já
endossou marcas famosas de amplificadores,
guitarras, cabos e cordas, entre elas:
Oliver, Meteoro, Giannini, Washburn, Samick,
Dean Markley, Godin, Epiphone, Korg, Suhr,
Craft, Gibson e Marshall. Possui
uma vídeo aula entitulada Guitarra
Jazz e Improvisação produzido
pela MPO vídeo. Participou
do livro Fifteen ,que contem aulas e dicas
de 15 guitarristas e acompanha um Cd com
uma de suas composições
(vide site para partitura e áudio).
Fez
uma jam com Harry Conick Jr. Em uma das
edições do Free Jazz Festival.
Fez
uma pequena turnê pela Europa, onde
tocou em varias casas noturnas na Holanda
e Itália. Tocou
no Marants Jazz Festival, no music club
Bourbon Street, onde abriu os shows de
Take 6 e Jimmy Smith. Em
1998,Tomati foi convidado pelo apresentador
multimídia JÔ SOARES, a participar
do seu talk show hoje conhecido por PROGRAMA
DO JÔ , exibido de seg. a sexta,
pela emissora Rede Globo de Televisão.
Ao
lado de Jô e seus parceiros no programa
de TV, Tomati faz parte do CD histórico
da carreira do apresentador, o primeiro
em que ele (Jô) se apresenta como
musico e cantor JÔ SOARES E O SEXTETO.
Em
2000, Tomati lança seu primeiro
CD inteiro cantado, pela gravadora Lua
Discos. Para
inaugurar a nova fase de sua carreira,
além de músicas próprias,
escolheu canções de Tom
Jobim e Carlos Lyra, entre outros. O disco
foi produzido por Beto Ruschel, artista
multimídia com atuações
em televisão, cinema, música
e teatro. No
CD Nascimento, músicas de Tomati
como Carlos, que entre outras referências
é uma homenagem a Carlos Santana
e foi criada quando o guitarrista mexicano
ganhou o prêmio Grammy. Entre as
releituras estão Lígia de
Tom Jobim, Chove Lá Fora de Tito
Madi, Sabe Você de Carlos Lyra &
Vinícius de Moraes e um "clássico"
da canção italiana, Estate.
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Vandré
Nascimento
Nascido
em 12/06/1975 em São Paulo, iniciou
seus estudos em agosto de 1995 no Conservatório
musical Souza Lima com os professores:
Kiko Loureiro, Kiko Moura, Joe Moghrabi,
Michel Leme, e Mozart Mello. Estudou pedagogia
com Reinaldo Garrido e improvisação
jazz com saxofonista David Richards. Participou
de master classes e cursos livres de técnica
e improvisação com Steve
Morse, Frank Gambale, Scott Henderson,
Joe Lovano e Mike Stern.
Fez
workshop´s com grandes nomes da
guitarra no Brasil como: Joe Moghrabi,
Kiko Loureiro, Lyba Serra, Michel Leme,
Mello Jr., Rafael Bittencourt, Felipe
Andreoli, Luiz e Hugo Mariutti, Ricardo
Confessori, Ximba Uchyama, Alaor Neves,
Aquiles Priester, Marcos De Ros, Mestre
Dinho Gonçalves, entre outros.
Participou de festivais de música
como o Festvalda, o 1° School Guitar
Festival, o projeto escolas no Tom Brasil,
sendo finalistas em todos esses; foi campeão
do 1° Open Music Berklee/Souza Lima
em 1997. Com a banda METRIS abriu shows
do ex-Titãs Arnaldo Antunes, participou
da Expomusic em 1997 e 1998 nos estandes
da Tagima e Music Hall e gravou duas faixas
no CD Coletânea do Conservatório
Souza Lima.
Em
dezembro de 1999 abriram shows internacionais
das bandas Primal Fear, DC Cooper e Pink
Cream 69 em São Paulo. No mesmo
ano foi eleito pela revista Metal Invader
o 13° melhor guitarrista de Heavy
Metal do mundo e em 2000 eleito o melhor
guitarrista de Heavy Metal da América
Latina, pelo site oficial da banda Angra.
Com a banda Victória participou
do FECA, Festival da Canção
de Americana, sendo neste campeão
e ganhando também prêmios
de destaque como melhor guitarrista do
festival.
Faz parte do corpo docente do Conservatório
Souza Lima desde 1997 na unidade Jardins
e foi o 1° professor convidado a fazer
parte também na unidade Alphaville
em 2002. Alem do curso livre de guitarra,
desenvolveu um curso de técnica
e improvisação onde fundamentou
a aplicação de acordes,
escalas, mapeando todo o braço
do instrumento, tornando assim o aprendizado
fácil e rápido numa linha
de raciocínio claro e eficaz. Atualmente
além de seu trabalho solo,toca
com a banda Remmoto |
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Wander
Taffo
Wanderley
Taffo Júnior, mais conhecido como
Wander Taffo (São Paulo, 17 de
maio de 1954 — São Paulo,
14 de maio de 2008) foi um guitarrista
brasileiro e diretor geral da EM&T
(Escola de Música e Tecnologia).
Ele tocou com Rita Lee e nas bandas Memphis,
Made in Brazil, Secos & Molhados,
Gang 90 e as Absurdettes, Joelho de Porco,
Rádio Táxi e Banda Taffo.
Com
carreira iniciada com a banda Memphis
em 1973, Wander fundou a banda Rádio
Táxi, que fez muito sucesso com
a música "Eva" em 1983.
No final dessa década, Wander deixou
o grupo e passou a fazer carreira solo,
junto com os irmãos Andria e Ivan
Busic, lançando o disco Wander
Taffo, produzido pelo produtor musical
Liminha. Chegou a receber o prêmio
Sharp de Música na categoria "Revelação
Pop Rock Masculino" por um solo gravado
em Los Angeles, em 1989. No ano seguinte,
foi eleito melhor guitarrista do Brasil
pela crítica especializada. Com
Marcelo Souss nos teclados, formou-se
a Banda Taffo, que teve sucesso com seu
disco Rosa Branca.
Wander
participou ainda de diversos discos: Marina
Lima, de 1991, Cássia Eller, de
1994, Clássicos, de Guilherme Arantes,
de 1994, entre outros. Em 1996, lançou
seu terceiro disco solo, Lola, que teve
a música "Sempre Junto de
Você" na trilha sonora da novela
O Amor Está no Ar, da Rede Globo.
Em
julho de 1997, Taffo abriu o IG&T
(Instituto de Guitarra e Tecnologia).
Assim, paralisou seus projetos musicais,
dedicando-se exclusivamente ao projeto.
A escola, hoje conhecida como Escola de
Música & Tecnologia (EM&T),
une alta tecnologia a um centro de conveniência
nos moldes do GIT de Los Angeles (Estados
Unidos), algo inédito na América
Latina, de onde é considerada a
melhor escola musical. Em apenas um ano
de funcionamento, o IG&T atingiu mil
matrículas. Já os irmãos
Busic hoje estão no Dr. Sin.
Em
2006, Wander voltou com a sua ex-banda
Rádio Táxi, que lançou
um DVD marcando a volta da banda. Ele
planejava ainda a volta da banda Taffo
para julho de 2008, mas esse projeto foi
interrompido por sua morte. Wander Taffo
faleceu na manhã de 14 de maio
de 2008 em decorrência de parada
cardiorrespiratória. Taffo não
tinha histórico de problemas de
saúde, segundo sua assessoria de
imprensa. Ele tinha trabalhado normalmente
no dia anterior e morreu enquanto tomava
o café da manhã. Deixou
esposa e dois filhos. |
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Yves
Passarel
Yves
Passarell é guitarrista da banda
de rock nacional Capital Inicial. Nascido
no dia 8 de fevereiro de 1969, em São
Paulo, começou a tocar incentivado
por sua mãe, pianista, que também
o influenciou. Aos 14 anos já tocava
em festivais de escola e ao lado do irmão,
Pit Passarell, fundou o Viper, banda de
heavy metal na qual tocou até 1999,
participando de importantes festivais
no Brasil, Estados Unidos e Europa. Considerado
um dos grandes guitarristas de rock do
cenário musical brasileiro, Yves,
que já era amigo dos integrantes
do Capital Inicial, foi convidado no final
de 2001 para ser o novo guitarrista da
banda brasiliense. Com o Capital, Yves
já gravou cinco álbuns:
Rosas e Vinho Tinto, Gigante, Aborto Elétrico
, Eu Nunca Disse Adeus, e o Multishow
Ao vivo. Suas
principais influências são
os guitarristas Jimi Hendrix e Tony Iommi.
Paralelamente
à sua carreira, Yves também
escreveu dois livros. O primeiro, Temporada
na Estrada, conta a história do
Viper pelo mundo por uma ótica
diferente. O livro fala muito mais sobre
as viagens da banda – suas histórias,
baladas e roubadas – do que sobre
a própria banda. Inclusive, já
foi indicado para Feiras do Livro internacionais,
como a de Frankfurt. O segundo, Os Últimos
Dias Perfeitos, conta a história
de Lucas e sua vida repleta de problemas.
Tenso, ele tenta intervir em seu destino.
Mas o desfecho dessa trama ficcional é
surpreendente e mostra o quão efêmeros
podem ser os sonhos do ser humano. |
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