Nessa
seção estaremos ouvindo músicos de bandas
de rock e heavy metal comentando sobre seus discos favoritos.

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Confira
os comentários de Luiz Carlos Louzada
Luiz
Carlos é vocalista das bandas Hierarchical Punishment
e Chemical Disaster, além de baterista das bandas
Repulsão Explícita, Predatory e Blind. Também
possui 2 projetos paralelos: é baterista/vocalista
do Chaosmaster (com membros do Vulcano, Empire of Souls
e Arum) e baterista do Preguh (com integrantes do Repulsão
Explícita, Blind e Chemical Disaster). Fora as
atividades de músico underground, é dono
da Violent Records, selo/distro da cidade de Santos/SP. |

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DARK
ANGEL – Darkness Descends (1986)
Brutal
Thrash Metal!!!!!!! Apesar de não ter um vocalista
gutural, esta banda me chamou a atenção
pela ótima dupla de guitarristas (Eric Meyer
e Jim Durkin), mas quem rouba a cena mesmo é
o monstro Gene Hoglan na batera. Tanto é que,
basta conferir as bandas que esse cara já tocou:
Testament, Death, Fear Factory (atualmente!), Forbidden
(apenas shows), Old Man’s Child...
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DEATH
– Leprosy (1988)
Este
foi o disco do Death que mais me marcou justamente pela
simplicidade rítmica, superada pela inspiradíssima
genialidade do finado Chuck Schuldiner (ou seja, o bom
e velho Death Metal Old School!). Sou fã incondicional
de todos os trampos que ele lançou, mas antes
dele pender para um som mais complexo, deixou este grande
marco underground!
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OBTUARY
– Slowly We Rot (1989)
Quando
ouvi este disco pela primeira vez, pirei de imediato
no estilo do vocalista John Tardy! Ele é a “cara”
da banda. Não consigo imaginar o Obituary com
um vocal diferente... Foi uma grande influência
no início de minha carreira, há 20 anos
atrás! Sem contar a timbragem crua das guitars
à la Hellhammer, e a batera seca (e na cara!).
Ótimo!
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TERRORIZER
– World Downfall (1989)
Clássico
absoluto da cena extrema mundial! Há duas décadas
atrás, o que o baterista Pete Sandoval registrou
neste disco serviu de base para consolidar seu estilo
(rápido e técnico) nos trabalhos seguintes,
junto ao Morbid Angel. Obviamente que a rifferama de
Jesse Pintado (outro ótimo músico que
já é falecido) contribuiu muito para tornar
este disco tão marcante.
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PESTILENCE – Consuming Impulse
(1989)
Outro
disco que serviu de grande influencia para mim, como
vocalista de banda de Metal extremo. Martin Van Drunen
pode não gostar das lembranças de seu
tempo no Pestilence, mas seus vocais estão brutais
o suficiente para ele arrastar para sempre a sombra
desta banda! Memoráveis vocalizações,
de deixar a garganta sangrando! Hahahahahahaha... Também
recomendo seus trabalhos com o Asphyx!
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